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 ZEUS CHAPTER FINAL: O Fim da Era dos Deuses!

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MensagemAssunto: ZEUS CHAPTER FINAL: O Fim da Era dos Deuses!   Qua Abr 27, 2016 6:06 pm

O FIM DA ERA DOS DEUSES!
















Onze valentes cavaleiros de ouro ainda restavam para continuar a luta contra Zeus, mas a maioria permanecia desacordada. Lukas, no entanto, havia morrido bravamente. E a vida de Atena se aproximava do fim, minuto a minuto.
— Todos vocês provocaram essa situação, quando ousaram me desafiar. Se os malditos humanos tivessem permanecido na Terra, sem nunca terem ousado ir contra os Deuses, tudo estaria bem — cravou Zeus.
— V-vamos vingar a morte do Lukas... Eu garanto! — era Luís de capricórnio, se levantando.
— Hm. O tal cavaleiro das sete vidas. Meu rapaz, a você só resta uma, não é? E vai querer me enfrentar, sozinho?
— Ele não tá sozinho — Eduardo de câncer.
E após ele, outros foram se levantando, até que todos os onze estavam prontos para outro round. Zeus, furioso, observava outra afronta contra ele se iniciar.





— Veremos o que é mais poderoso: os meus raios ou os golpinhos patéticos de vocês.
— S-sempre nos levantaremos, até que a Terra esteja salva de Deuses macabros como você — falou Seiya, cerrando o punho.





— Aioroooooooooooooooooooos! Cavaleiros de ouro, nos ajudem
Só mais essa vez. Seiya ergueu seu cosmo; os outros fizeram o mesmo.
— Mestre Anciãooooooooo!
— Mestre Camuuuuuuuuuuuus!
— Mestre Albiorrrrrrrr!!!!!!!
— Mestre Muuuuuuuuuuu!!!!!
— Esmeraldaaaaaaaaaaaaa!!!!!
— Pelo meu mestre Hyoga!
— Por Ichi de Hidra!
— Por Nachi de Lobo!
— Pela minha mestra Marin!!!!
— Pelo meu grande mestre Ikki!!!
Os onze cavaleiros de ouro começaram a concentrar seus cosmos; tentariam uma vez mais acabar com Zeus. Ele, por sua vez, chamou seu poderoso golpe. E então os golpes saíram, um após o outro:





— ME DÊ SUA FORÇA, PÉGASUUUUUUUUUUUUUUU!!!!
— ME DÊ SUA FORÇA, PÉGASUUUUUUUUUUUUUUUUUU!!! — o mesmo golpe, dado por Matheus.
— AVEEEEEEEEEEEEEE FÊNIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIX!!!!
— AVEEEEEEEEEEEEEE FÊNIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIXXXX!!! — por Wander.
— EXECUÇÃO AURORAAAAAAAAAAAAAA!!!!
— AGULHA ESCARLATEEEEEEEEEEEE!!!!!!
— EXCALIBUUUUUUUUUUUUR!!!!!!
— TEMPESTADE NEBULOSAAAAAAAAAAA!!!!!
— CÓLERA DOS MIL DRAGÕESSSSSSSSSSSS!!!!
— ONDAS DO INFERNOOOOOOOOOOOOOO!!!!
— REVOLUÇÃO ESTELAAAAAAAAAAAAAAR!!!!!
— PUNHO SUPREMO TROVEJANTEEEEEEEEEEEE!!!!!!!!!!!!
Os incríveis poderes se chocaram de forma tão brutal que a cor do céu mudou e o solo se rompeu brutalmente. O corpo de Atena foi jogado com força para longe. No fim, Zeus prevaleceu novamente e todas as armaduras divinas foram feitas em pedaços. Era o fim!






PALÁCIO DE DIONÍSIO



— Meu pai, se quer mesmo tomar a Terra para reconstruí-la, é melhor arrancar as cabeças dos últimos cavaleiros agonizantes. Eles sempre se levantam... Além do mais, tem alguma coisa prestes a acontecer — Dionísio, bebericando outro copo de vinho, olhava para o alto.






DE VOLTA AO COMBATE

Zeus caminhava por entre os corpos. Tentava buscar algum que ainda estivesse respirando. Não havia ninguém morto, mas todos estavam por um triz e Atena já não tinha forças nem para se levantar, quanto mais para ajudar a todos os moribundos cavaleiros. Zeus chamou onze raios; um para cada cavaleiro ainda vivo.
— Pareeee!!!!
Zeus olhou. Aquele homem estava ainda bem.








— Me teletransportei no momento final e evitei que o golpe me atingisse de forma fatal, mas minha armadura não teve a mesma sorte.
— Tanto faz. Você é o único cavaleiro ainda capaz de me desafiar. Morrerá inutilmente.
— Cale-seeeeeeeeee!!!! — Kiki deu o máximo no golpe. — EXTINÇÃO ESTELAAAAAAAAAAAR!!!!!
Antes que o golpe pudesse sair dos braços de Kiki, Zeus desapareceu e reapareceu bem diante de si, enfiando seu braço no coração do cavaleiro de áries e o espremendo dentro do peito, esmigalhando-o. O valente aprendiz de Mu fechou os olhos e caiu, morto.



O vento soprava forte no Olimpo. Dois cavaleiros de ouro mortos e os outros dez já desprovidos de seus cinco sentidos.
— Agora é o fim — cravou Zeus.
Um cosmo. Anormal.
— Não, não pode ser. COMO OUSA? — Zeus berrou ao reconhecer aquele cosmo.










Um cosmo com forma de Deus apareceu no céu e a voz retumbante falou diretamente com o cosmo de Zeus:






— Zeus, Deus do céu e dos raios, no passado, a princesa Atena me ajudou na rebelião de Poseidon. Devo um favor a ela, além de não concordar que os Deuses tenham que exterminar a raça humana. Afinal, nós mesmos nascemos humanos.
— Odin de Asgard, você pagará pela intromissão!
— DAREI GRANDE PARTE DO MEU COSMO A VOCÊS, CAVALEIROS ATENENSEEEEES!!!!!!!!!!! — a energia voltava aos corpos dos dez cavaleiros ainda vivos.
Antes que Zeus pudesse tomar qualquer providência, a presença de Odin sumiu.
— Infeliz... Como ousa interferir na minha guerra?
Matheus foi o primeiro a se levantar.
— Temos assuntos inacabados, Zeus!
— Assim como comigo, Deus fajuto! — falou um irritado Daniel.
Todos os demais cavaleiros já começavam a se mexer e se preparar para levantar.
— Você matou os nossos amigos sem a menor clemência e ousou ferir mortalmente a sua própria filha. Que espécie de governante você é? — Matheus estava com nojo daquele Deus.
— Ele tem razão. Você não passa de um tirano infeliz, igual ao seu pai — bradou Daniel.
— Não ouse me comparar ao meu pai. Eu mesmo o exterminei quando ele quis tomar o Olimpo para si.
Daniel e Matheus ergueram os seus cosmos. Podiam morrer, mas morreriam lutando pelo que acreditavam. Zeus ou qualquer outro Deus que fosse não os calaria.
— O novo golpe do escorpião: ARACNÍDEO DE FOGOOOOOOOO!!!!!
— Pela honra de todos os cavaleiros de peixes: ROSAS DIABÓLICAS REAISSSSSSS!!!!!
Zeus saltou habilmente, desviou dos dois golpes e, com sua espada energizada, cortou o peito de cada um dos dois. Muito sangue jorrou enquanto eles agonizavam no chão. Eduardo, desesperado, correu para acudir os amigos.
— E-edu... Continue por nós... — disse Matheus, segurando nas mãos do amigo.
— Lute... pela Terra — falou Daniel.
— Por favor, amigos. Não falem mais nada. Vocês precisam se poupar. — mas sentiu que os cosmos deles acabavam de se extinguir. — NÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!





Todos os demais cavaleiros sentiram outras mortes de companheiros ocorrendo ali, bem diante dos seus olhos. Sobretudo Luís e Wander, que treinaram junto com Daniel e Matheus. E Hyoga, mestre de Daniel, que foi até o corpo do pupilo e chorou junto a ele. Mas foi Ikki, no meio de toda aquela tristeza, que reparou em algo e disse aos seus amigos:
— A espada de Zeus. A espada dos raios. É com ela que ele tem a capacidade de chamar quantos raios ele quer e se recuperar dos golpes instantaneamente. Ele a ergue com a ponta no céu e parece que o próprio ar o reenergiza.
— Bem reparado, Ikki — disse Shiryu.
— Precisamos destruir essa espada, senão jamais derrotaremos Zeus — falou Seiya.
Shun e Hyoga também chegaram mais perto, com o cavaleiro de aquário jurando vingar o seu discípulo.
— Como destruiremos aquela espada, Shiryu?
— Lembra como destruímos o suporte principal do santuário marinho? — lembrou o cavaleiro de libra.
— Sim.
— Precisamos nos lançar como flechas até Zeus. Mas será necessário muito mais do que naquela vez, que usamos Seiya como uma bala de canhão. Todos nós precisaremos nos sacrificar — falou Shiryu.
— Concordo. — começou Shun. — É hora de abrirmos caminho para os jovens cavaleiros, como os cavaleiros de ouro fizeram conosco no Muro das Lamentações.
Os quatro restantes concordaram. Se destruíssem a espada de Zeus, ele perderia a invulnerabilidade e Eduardo, Luís e Wander, os cavaleiros restantes, teriam ao menos uma chance de salvar a Terra. O sacrifício valeria a pena.
— Jovens cavaleiros, deixamos o resto em suas mãos — falou Seiya.
Eduardo, Wander e Luís ficaram sem entender.
— Wander, continue lutando como um homem — falou Ikki, secamente.
— Mestre...
— O que estão pretendendo, cavaleiros? — Zeus achou estranhas aquelas palavras de despedida.





Os antigos cinco cavaleiros de bronze, que originaram todas aquelas guerras entre humanos e deuses, elevaram os cosmos que haviam restabelecido graças a Odin. Seus cosmos brilhavam agora como antigamente; não eram mais cavaleiros de ouro. Eram as constelações de Pégaso, Dragão, Cisne, Andrômeda e Fênix que os guiavam, como nos velhos tempos.









Os cinco cosmos ascenderam além dos seus limites, usando até mesmo as energias que seus corpos possuíam. Os cinco, juntos, se lançaram no ar em direção a um estupefato Zeus.
— Atenaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!! — foi o que os outros puderam entender, com as cinco vozes dos bravos guerreiros se misturando.
— Parem, inseeeetoooooooos!!!
Inapelável. O incrível e inabalável poder dos antigos cavaleiros de bronze despedaçou não somente a espada dos raios e o báculo sagrado como também os seus próprios corpos. Poeira cósmica foi o que sobrou de Seiya e seus amigos. Atena, quase morta, ao longe, chorou:
— S-se-s...seiya... Shiryu... Hyoga... Shun... Ikki... Obrigada... por tudo!
Eduardo e os outros estavam em transe. Aquilo, nem em seus piores pesadelos, podia ser possível. Seus ídolos, os cavaleiros que os espelharam durante todos aqueles anos, mortos...





Nos Cinco Picos de Rosan, Shunrei e seu pequeno filho Shoryu sentiram o cosmo de seu marido e pai romper no espaço e desaparecer.






E Minu também soube, deitada em sua cama, onde ainda cuidava das crianças do orfanato. Quem sabe, em um mundo mais belo e justo, não pudesse ter se casado com Seiya e, assim, juntos construiriam uma bela família, só deles...
Hyoga, finalmente, retornaria aos braços de sua amada mãe. E Shun e Ikki permaneceriam juntos por toda a eternidade, o mais novo ao lado de June, que também perecera naquela guerra; o mais velho ao lado da amada Esmeralda.







— Zeus... Já chega — a raiva de Edu saiu quase como um sussurro. — Já chega de matar todos os meus amigos.
— Pode crer... Não aguentamos mais você! — exclamou Luís.
— Amigos... — Wander havia notado.
— Wander — Edu estranhou.
— O sacrifício dos nossos mestres não será em vão. Eles destruíram a espada que fazia Zeus recuperar suas forças instantaneamente. Agora, temos uma chance — falou o irado Gêmeos.
Então, Luís e Edu também recuperaram o ânimo.
— Jamais...  começou Zeus. — o cosmo tornou a se elevar assustadoramente. — JAMAIS PERMITIREI QUE ZOMBEM DE MIM — trovões e raios cortaram todo o Olimpo. — Aqueles MISERÁVEIS destruíram minha espada milenar, a mesma usada contra Cronos e os Titãs. Não ficará assim... — um raio brotou no ar e Zeus o segurou com as mãos nuas.
Os três cavaleiros restantes ficaram parados, apavorados com aquele cosmo. O raio cruzou o ar.
— Nem sei quem irá morrer. Fecharei os olhos.
E atravessou o coração do pobre Luís, que arregalou os olhos.
— Luíííísssssssssss!!! — Wander e Edu entraram em pânico.
A última vida do valente cavaleiro de Hidra e de Capricórnio finalmente chegava ao fim.
— S-salvem a Terr...
Dois. O destino de todo o universo estava nas mãos de apenas dois cavaleiros de Atena.
— Vocês pagarão caro e serão esmagados, insetos. Depois que liquidar vocês, Câncer e Gêmeos, despejarei uma chuva de raios infinita, até que cada ser humano desapareça!!! — Zeus parecia um demônio tomado pelo mais absoluto ódio.
No entanto, quando a vitória já parecia certa, foi Zeus que ficou com algum receio. Os cosmos de Eduardo e Wander cresciam avassaladoramente; aquilo não era normal. A ira pelas mortes de todos os seus companheiros e iminente morte de Atena, fez com que eles rompessem quaisquer limites.





— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH!!!!!
— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHH!!!! Preciso de mais força, mais, mais e maaaaaaaaaais!!!! — gritou Wander.
— Há sempre um limite para humanos miseráveis como vocês. Percebi um esmagador aumento de cosmo. Estão mais fortes do que Seiya e os outros, mas isso não basta. Mais fortes do que Ares ou Hades, mas também não basta. EU SOU ABSOLUTO!!! — gritou.







PALÁCIO DE DIONÍSIO

— Papai, como você ainda não percebeu? Está tão focado em matá-los que não notou... Eu sabia que algo anormal iria acontecer. Mas jamais imaginei que esses humanos chegariam a tanto. Ainda bem que fiquei fora disso — disse ele, tomando outro gole, num lugar bem seguro, dentro do castelo.



_________________________________________________________________________________________


— O quê? — havia algo fora do comum ali. — Atena? É você?
Atena ainda permanecia caída, semimorta, sorria, mas não era ela. Aquilo eram os corações inflamados de seus cavaleiros remanescentes mesmo. Mas o que eles faziam? Algumas manchas surgiam pelo Olimpo, vindo de todas as partes. Zeus forçava os olhos para enxergar. Quanto mais Edu e Wander elevavam os seus cosmos, mais imagens apareciam, ficando mais nítidas. E elas começavam a se posicionar atrás deles dois. Os únicos corpos capazes de concluir suas vontades.
— N=não pode ser... Vocês são... — Zeus arregalou os olhos. Eram espíritos. Dezenas, centenas deles.


































Eram os cavaleiros de ouro antigos, em forma de espíritos. Mu, Aldebaran, Saga, Máscara da Morte, Aioria, Shaka, Dohko, Miro, Aioros, Shura, Camus e Afrodite. Os cosmos que clamavam por justiça de Edu e Wander os chamaram. Mas era pouco e eles continuaram elevando os cosmos. E então, mais apareceram.
— Impossível — Zeus estava cada vez mais perplexo.





Outros onze espíritos. Daquela vez, eram os cavaleiros de ouro da geração de Sasha como Atena e Alone como Hades. Eram onze porque Dohko era um cavaleiro que transitou pelas duas gerações.
Mais.





Os cavaleiros do século XVI também surgiram, assim como todos os anteriores.







— Mas isso não é concebível. O que fazem até Marinas de Poseidon e Guerreiros de Odin no meio disso?
— Você ainda não entendeu, Zeus? Não só apenas TODOS os cavaleiros de Atena da história que estão querendo vingança, mas todos os cavaleiros que já pisaram na Terra. Todos estamos dando um basta na intransigência dos Deuses. — falou Wander.
— É o seu fim, desgraçado! — disse Eduardo.
— Mesmo todos os cavaleiros que já pisaram na Terra, juntos, não são páreos para mim! — cravou Zeus.
— Veremos! — Wander, acho que o seu golpe é mais propício para usar os cosmos de todos os cavaleiros aqui reunidos. Como eu os chamei com as minhas Ondas dos Inferno, enviarei todos os cosmos deles para o seu golpe. Você precisa acabar com Zeus em um único ataque, senão é o nosso fim.
— Entendido! MANDEEEEEEEEEE!!!!
Eduardo começou a enviar todos os cosmos. Centenas deles se juntavam ao de Wander, que começou a preparar seu golpe final e decisivo.
— EXPLOSÃO DE RAIOOOOOOOOOOOOS!!!!
Zeus se antecipou; sabia que era a única chance de vencer. Wander, com o cosmo do mundo todo nas mãos, soltou:
— EXPLOSÃO DE TODAS AS GALÁXIAAAAAAAAAAAAAS!!!!!!!!!!!!!!!






Zeus arregalou os olhos antes de ser tragado e varrido no universo infindável das galáxias. Finalmente todos os cavaleiros podiam descansar em paz. A era dos Deuses chegava ao fim. O espírito do Deus dos Deuses ainda pairou no ar por alguns instantes e disse aos seus algozes:







A existência de Zeus sumiu. Wander e Edu caíram, exaustos. Notaram que Atena ainda vivia. Correram até ela.



— Senhorita...
— Meus amados cavaleiros, vocês conseguiram um milagre. O maior deles. Meus momentos nessa era chegaram ao fim. Contudo, como meu pai disse, os Deuses voltarão em alguns séculos, como sempre. Então, tenho uma missão a vocês. Wander, quero que encerre de uma vez por todas a maldição dos cavaleiros de gêmeos, sendo o novo mestre do Santuário. Vocês são os dois únicos cavaleiros vivos dessa era. É você quem precisa reerguer o santuário de Atena, para prepará-lo para as próximas guerras.
— E eu, Atena?
— Edu, você ficará encarregado de recrutar os novos cavaleiros, ao redor do mundo. Não será fácil, mas confio em você. As armaduras estão todas destruídas, mas elas sempre voltam, ao longo dos anos. Espere por esse dia.
Eduardo e Wander se seguram um no outro, para não caírem. Atena riu:
— Minha jornada começou quando incumbi Dohko e Shion, séculos atrás, ao final da guerra santa. Confio em vocês, amados cavaleiros. — Atena fechou os olhos e morreu.
No entanto, sua alma apareceu retumbante no ar, na frente daqueles que seriam os pilares da próxima geração de defensores de Atena e da Terra.



Com a ajuda de Dionísio, que os teletransportou, admitindo a derrota dos Deuses, Eduardo e Wander retornaram à Terra para juntos recomeçar a criar a lenda dos Cavaleiros de Atena.



















FIM DO RPG
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Wander

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MensagemAssunto: Re: ZEUS CHAPTER FINAL: O Fim da Era dos Deuses!   Dom Maio 01, 2016 6:01 pm

Caralhooooooooo...o fi do canso bom, cara fiquei todo arrepiado, no final a imagem de edu e eu, lembrei de shion e dokho, final espetacular.... Estamos todos de parabéns
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MensagemAssunto: Re: ZEUS CHAPTER FINAL: O Fim da Era dos Deuses!   Dom Maio 01, 2016 7:37 pm

Muuuuitoo bom mesmo, eletrizante, um fim espetacular mesmo, meus parabéns Daniel. Muito boa história mesmo.
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MensagemAssunto: ç   Seg Maio 02, 2016 6:41 am

ficou surpreendentemente muito show valeu por toda a sua dedicação e empenho
esta de muitossssss parabéns
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MensagemAssunto: Final   Seg Maio 02, 2016 4:13 pm

Estou no trabalho e muita coisa =/, final de mês e começo junto até quarta/quinta fica tranquilo e prometo ler e comentar com mais calma. mas só de ver por cima e sabendo do talento do Daniel com certeza ficou show...Parabéns.
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MensagemAssunto: Re: ZEUS CHAPTER FINAL: O Fim da Era dos Deuses!   

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ZEUS CHAPTER FINAL: O Fim da Era dos Deuses!
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