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 ZEUS CHAPTER 18: O Triste Fim de um Guerreiro Valente!

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MensagemAssunto: ZEUS CHAPTER 18: O Triste Fim de um Guerreiro Valente!   Ter Mar 01, 2016 9:14 am

O TRISTE FIM DE UM GUERREIRO VALENTE!







       — Mas que diabos? Mestra June, v-você é linda demais.
— Zeq... — sabia que estava sendo enfeitiçada. — Afroditeeeee! Você está nos controlando. Zeq, lute contra isso.
Mas ele só queria poder beijá-la.
— Ora, Peixes, o que tem de mais seguir os seus desejos mais íntimos?
— Cale a bocaaaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!! ROSAS DIABÓLICAS REAISSSSSSSSS!!!!!



As rosas, no entanto, se desfizeram no caminho e não tocaram a Deusa.
— Que bonitinho você achar que poderia me deter com um golpe tão primário... — Afrodite voltou a estalar os dedos.
Agora, June sentia uma dor de cabeça lancinante. Manter-se sã era praticamente insuportável. Ao seu lado, Ezequiel já havia tirado sua armadura e apenas encarava sua mestra, apaixonado.
— Não seja ridículo, Zeeeeq!!! Volte a si. Aaaaaah! — Mas nem ao menos ela conseguia controlar a vontade de ter seu pupilo em seus braços.
— Vejo que você não se dará por vencida, mulher. — estalou os dedos de novo e agora June estava determinada a ceder aos seus desejos. Foi tirando sua armadura e se preparando para consumar a vontade louca.
— Hahahahahaha! Que gostoso ver isso — deliciava-se Afrodite.



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— Trovãããããoooooooo Atômicoooooooooooo!



Seiya conseguiu se esquivar da investida de Atena e partiu pra cima de Hera. Contudo, o ataque foi desviado com facilidade.
— Seiyaaaaaaaaaaa, eu vou segurar a Saori o quanto eu puder! Vença Heraaaaa!!!! — Matheus disse, disposto a sacrificar a própria vida para salvar sua Deusa.
— Vermes... Lutarei e te enterrarei, sagitário! — Hera soltou um grande raio de energia, lançando Seiya para longe.
Atena atacava o indefeso Matheus insistentemente. O Pégaso, sem armadura, nada podia fazer.



— Saori... Não suporto ver você nesse estado. Pégaso, você, agora, protege o Matheus... Mas só dessa vez, Pégaso. SÓ DESSA VEZ! PROTEJA-ME, PÉGASUUUUUUUUUUUUUUUU!!! —






       Seiya elevou o seu cosmo e o cosmo da destroçada armadura de Matheus juntou-se ao cosmo da armadura de sagitário, ambos ajudando Seiya. O cosmo gerado foi aumentando, mais e mais, a um nível que deixou Hera atônita.
— E-esse homem não é normal...



Atena, que investia contra o já desacordado Matheus, parou para ver aquilo. Raios de luz juntavam-se a Seiya. Ele pegou a flecha de sagitário e posicionou-a para Hera.
— Você vai pagar caro por manipular Atena, Heraaaaa!
A esposa de Zeus se preparou para receber aquela flecha que continha os cosmos do Pégaso bronzeado e do cavalo alado dourado, mas... No último instante, Seiya redirecionou sua flecha para a despreparada Atena (seu plano era mesmo confundir as duas).





A flecha cruzou o ar com a velocidade da luz. Implacável. Cravou no peito de Saori, mas apenas um milímetro atravessou o seu coração. Seiya continuou elevando o seu cosmo; o plano era exatamente esse: tocar o coração da Deusa, mas não a ponto de machucá-la. O cosmo de luz das duas constelações sagradas inundaram o coração de Atena, fazendo-a gritar.
— Detenha-seeeee, sagitárioooooooooooo! — Hera começou a correr em direção a Atena, vendo a intenção de Seiya, mas seu cosmo era repelido pelos cosmos que circundavam Atena.
— AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!!!!!!!!!!!!!!!! — os olhos de Atena passaram de vermelho às cores normais, voltando ao vermelho e depois se normalizando.
— Saoriiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!!!!!!!!!!! — em seu último esforço, Seiya utilizou todo o seu cosmo restante para destruir de vez a maldição de Hera. Uma explosão interna aconteceu e o vermelho dos olhos de Atena dissipou-se de vez.
Hera, possuída por um ódio jamais visto, usou seu grandioso cosmo para acabar com o já exausto Seiya. A armadura de sagitário foi completamente despedaçada; Seiya, esgotado, desmaiou.



Atena, até então em estado catatônico, abriu os olhos. A maldade em seus olhos havia sido completamente expurgada.


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June e Zeq se beijavam com intensa paixão. Não conseguiam controlar a luxúria. O objetivo de Afrodite não era ver os dois chegarem até o coito: aqueles controlados pela maldição do cupido, além de ficarem irremediavelmente apaixonados, tinham suas energias sugadas e acabavam morrendo durante o ato. Afrodite, assim como Dionísio, não era uma Deusa de luta; apenas se deliciava com o flagelo humano. Controlar seus adversários era mais prazeroso, e assim ela evitava qualquer esforço físico.

Aquele homem estava acostumado a lutar pelos outros. Salvar os amigos era um prazer para si. Sentia uma energia diferente ali perto; disse aos companheiros que iria se separar deles, mas logo retornaria. Os amigos assentiram e seguiram o seu próprio caminho.
— Isso... Isso... Se entreguem e morram — ela vibrava, quando June começou a tirar a roupa.



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        Ikki despertou e viu Wander desacordado. Ali próximo, Apolo abriu os olhos, com dificuldade, e disse a ele:




Apolo fechou os olhos pela última vez e desapareceu.


— Wander, foi muito bom lutar ao seu lado. Espero que tenha forças para se levantar sozinho. Preciso ir ao encontro de Zeus — Ikki seguiu o seu caminho.



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Quando Luís chegou, viu que seu amigo Ezequiel e sua mestra June estavam mais magros e prestes a transar. Ali perto, alguma Deusa estava sentada em um trono, se deliciando com a luta. Ainda lhe restavam três vidas. Não podia virar as costas para aquilo.
— GARRAAAS DE HIDRAAAAAAAAAAAAA!!!!
Soltou o golpe em direção a Afrodite, que se desvencilhou, mas demonstrou surpresa por não ter percebido a presença daquele novo guerreiro.
— Quem é esse inútil? — levantou o indicador para cima e sua kamui chegou ao seu auxílio.




— Zeqqqqqqq! Amazona sei lá das quantas! Acordeeeeeem!
Aquilo fez June acordar. Ela tinha um cosmo bem mais poderoso que o de seu pupilo, mas Ezequiel parecia distante e fraco demais para qualquer reação. Ele caiu, sentindo-se impotente para se levantar.
— O que estou fazendo? — se perguntou June, envergonhada por estar de sutiã. Foi vestindo sua roupa rapidamente.
Afrodite estalou os dedos novamente. Uma vez mais, June sentiu aquela dor excruciante.
— Meu amigo ainda tá vivo, mas sinto que sua vida não pertence mais a ele, e sim àquela Deusa gata que está ali. Afrodite... É isso. Ela se apoderou dele. Zeq, você precisa de uma nova vida; essa já não pode ser mais salva.
— O que esse idiota está tentando fazer? — indagou Afrodite, sem sequer ter ideia do golpe de Luís.
Luís levou sua vida ao extremo, doando outra das sete a que ele tinha direito a Ezequiel. Em poucos segundos, o cavaleiro de Perseu foi se revigorando, ganhando novamente massa muscular, e principalmente: fora do domínio de Afrodite.
— Mestra June, nem consigo encará-la direito... Tenho noção de tudo o que fiz. Sentia-me prisioneiro de meu próprio corpo. Luís, MUITO OBRIGADO! Afrodite, você vai me pagaaaaaaaaaaaaaar! — a fúria do Perseu preencheu o ar com um cosmo vil.
June foi juntando forças para se levantar, ainda sentindo-se frágil. A armadura de Peixes voltou a cobri-la.
— Ze-zeq, vou te... ajudar... — mas os efeitos do poder de Afrodite, que drenava a energia vital, haviam sido profundos demais.
— GÁRGULA DEMONÍACAAAAAAAAA!
A cólera de Ezequiel conseguiu finalmente derrubar a Deusa, que não tinha experiência em lutas. Quando o cavaleiro de prata se preparou para outra investida, daquela vez mais mortal, Afrodite gritou:
— Cupidoooooooooooo!
Imediatamente, o ser subserviente à Deusa do amor e da beleza apareceu e flechou Ezequiel novamente. Toda a vantagem e sacrifício de Luís acabavam de ir por água abaixo.
— Hahahahaha! Pois agora sua devoção será a mim. Ajoelhe-se e lamba os meus pés.
— Nãããooooo, Zeq — suplicou June. Precisava guardar forças para sobreviver, mas sabia que Ezequiel acabaria morrendo antes, agora vítima da empatia mortal de Afrodite. Não podia permitir aquilo.
Ezequiel caminhou até Afrodite, com a mente longe e aquela raiva de outrora completamente desaparecida.
— Ahahahaaha! Peixes, parece que o seu aluninho querido irá morrer assim que eu me aproveitar da carne dele. Assista e morra!
June não podia permitir. As rosas diabólicas não iriam funcionar. A menos que... Lembrou-se de quando conheceu Ezequiel, no santuário...



— Ele é um discípulo precioso pra mim... Não vou permitir que essa Deusa imunda ria dos sentimentos dos humanos dessa forma... Vou usar essa última rosa... A rosa branca. Vamos, rosa vamp... Droga!
Ainda muito enfraquecida, June não foi tão rápida quanto Ezequiel, que já estava abraçado com Afrodite, beijando-a.
— Ora, Peixes, não vai mais usar a rosa branca drenadora de sangue? Já sei... É porque é provável que ela crave no coração do Perseu, em vez do meu. Ahahahahaha! Que ironia do destino, minha doce Peixes.
Luís estava aflito vendo aquilo, mas não podia fazer mais do que já havia feito. Ezequiel beijava as pernas e braços da Deusa que gargalhava, vendo o Perseu perder suas forças, segundo a segundo. June abaixou a cabeça; parecia impossível salvar o querido discípulo e ela já não tinha mais forças para um combate corpo-a-corpo contra Afrodite.
— É injusto que essa víbora acabe conosco e ainda faça isso aos outros cavaleiros... Só me resta mais essa saída — abriu a boca, deu um tapa em sua barriga e uma nova rosa surgiu da garganta.



— O que é essa rosa verde, Peixes? Faz crescer folhas e plantas na paisagem? Ahahahahaaha! Que bom que você aceitou sua derrota e ainda me presente...
Antes que concluísse a frase, sentiu algo a incomodando no peito. Percebeu que a rosa verde havia sumido.
— Quando foi que a lançou, Peixes? — perguntou a Deusa, aflita.
— Lançar? A rosa verde é diferente das outras. Enquanto que eu tenho que atirar as rosas vermelhas, pretas e brancas, a rosa verde sempre viveu alojada dentro da única pessoa capaz de aguentar sua toxicidade. Chamo ela de rosa compressora por um motivo muito específico.
Afrodite começou a notar algo diferente em seu corpo. Mas June não parou de explicar:
— Essa rosa é a única que eu possuo e se ela falhasse, eu não teria como repô-la porque o usuário desse golpe abdica da própria vida e o motivo é simples: a rosa funcionava como uma célula imortal, capaz de regenerar células mortas ou podres. Acontece que sem ela no meu organismo, o efeito se inverte e minhas células vão morrendo lentamente. Mas a rosa continuar a precisar de alimento, não é? Então mentalizei sua imagem para ela, e ela entrou em seu organismo; dessa vez não para te curar, mas para comprimir. A pessoa que criou esse golpe, Albáfica de Peixes, abdicou do poder da rosa por achá-lo agressivo demais... O seu nome original era rosa-musgo. Infelizmente, Zeq já estava grudado em você e ela não sabe separar o alimento do não-alimento.
O desespero de Afrodite crescia aceleradamente à medida que os musgos da rosa se espalhavam, comendo sua pele e órgãos, assim como os de Ezequiel.



- M-mestra, muito obrigado... por tudo... - disse Ezequiel, antes de ser engolido pela total inconsciência e pelos musgos que devoravam suas entranhas.
June, já quase inconsciente, ainda disse:
— Em breve, você, a rosa e o meu discípulo serão um único ser... Um punhado de musgo que viverá por aí até o próximo cavaleiro que saiba usar a coloque em seu organismo para que ela... floresça novamente...
June caiu. Morta.
— Nããoooooooooooooooooooooooo. Isso n.... Hmmmm... — os musgos assassinos comiam o nariz e a boca e ela já era incapaz de falar.
Encolhiam, encolhiam, encolhiam, até restar apenas um mísero pedaço de musgo de não mais que três centímetros de comprimento.





Luís, ainda perplexo por presenciar uma cena digna dos piores filmes de terror, foi até o cadáver da brava June de Peixes e a beijou na testa.
— Descanse em paz. Você usou sua própria vida para evitar que outros cavaleiros como nós caíssem nesse golpe controlador da Afrodite. E Zeq, lamento muito pelo fim terrível que você teve... — Luís continuou a correr. A guerra contra os Olimpianos ainda estava ocorrendo.



__________________________________________________________________________________________




— Hera, você pagará caro por ter feito os meus preciosos cavaleiros passarem por tudo isso, desgraçada! Hora do acerto de contas.





— Você foi desintoxicada do meu leque, mas ele ainda existe. Farei tudo de nov... — algo cruzando o céu chamou a atenção de Hera, mas também a de Atena.
Aquilo era...





























— Tum-tum... Tum-tum. — De repente, algo o chamava. Era hora de acordar. — Meu cosmo voltou para o meu corpo... Hera, sua puta, nossa luta ainda não acabou! — disse Matheus, pronto para vestir a armadura dourada.














CONTINUA...
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Eduardo
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MensagemAssunto: Re: ZEUS CHAPTER 18: O Triste Fim de um Guerreiro Valente!   Dom Mar 06, 2016 8:42 pm

Bahhhh, não houve f*da.

Mas a reviravolta foi muito legal pro Matheus, que ganhou armadura dourada Very Happy
E o fim da jornada pro Zeq, que só pensou em sexo kkkkk lol!

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MensagemAssunto: Re: ZEUS CHAPTER 18: O Triste Fim de um Guerreiro Valente!   Seg Mar 07, 2016 7:15 am

Caralho, tá demais, teve furança kkkkkkkk
Mateus, tá fodao hein
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Eduardo
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MensagemAssunto: Re: ZEUS CHAPTER 18: O Triste Fim de um Guerreiro Valente!   Seg Mar 07, 2016 11:14 am

Algo que é pouco comentado, mas não pode ser deixado de fora: As montagens de rostos com os corpos estão muito legais, trabalho tem sido show de bola na edição das mesmas!

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MensagemAssunto: Re: ZEUS CHAPTER 18: O Triste Fim de um Guerreiro Valente!   Seg Mar 07, 2016 1:13 pm



kkkkk Nao poderia aver afinal nao è um conto herotico kkkkk

mas bem que o zeq queria lol

e no final nao morre so um mas sim dois  e a minha vida de nada serviu huashuashuas Wink
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MensagemAssunto: Re: ZEUS CHAPTER 18: O Triste Fim de um Guerreiro Valente!   Seg Mar 07, 2016 3:56 pm

Hahaha, zeq furão hein, pegou 2 e uma delas a deusa da furança hein hahahha, fiquei torcendo pela Afrodite ter segurado o poder mais tempo, até o zeq dar uma furadinha hahaha... Capítulo top Daniel, destaque pro zeq pequeninho, muito bala...
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MensagemAssunto: Re: ZEUS CHAPTER 18: O Triste Fim de um Guerreiro Valente!   Seg Mar 07, 2016 5:01 pm

As montagens, só vejo qnd uso o pc, age tô sem kkkk
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MensagemAssunto: Re: ZEUS CHAPTER 18: O Triste Fim de um Guerreiro Valente!   Qua Mar 09, 2016 3:04 pm

Hahahaha Malandrinhos so sabeis pensar no fruto proibido Furões kkkkkk Wink
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MensagemAssunto: Re: ZEUS CHAPTER 18: O Triste Fim de um Guerreiro Valente!   Dom Abr 24, 2016 3:22 pm

Pow bem q poderia ter uma fodinha pelo menoskkkkkkk
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MensagemAssunto: Re: ZEUS CHAPTER 18: O Triste Fim de um Guerreiro Valente!   

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