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 RESIDENT EVIL - Prólogo

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MensagemAssunto: RESIDENT EVIL - Prólogo   Sab Set 19, 2015 10:40 pm

Já era tarde da noite em uma das mansões dos Possebon. Eduardo, o primogênito e herdeiro da fortuna de Mr. Possebon, redarguiu:
— Não me interessa como, Jarbas! Quero os 12 helicópteros prontos nos quintais dos meus amigos amanhã cedo! Já combinei com o papai e amanhã estaremos na mansão 17. É o melhor lugar para a minha comemoraçãozinha! — escutou algo vindo de seu serviçal e continuou: — Ótimo! Mande o Bambie limpar a piscina também. — Jarbas disse algo e Eduardo concordou: — Sim, a olímpica. A menor pode deixar suja; não vamos usar. Também quero umas prostitutas de luxo por lá, ainda mais porque o Matheus vai e você sabe como ele é... Bom, então estamos combinados. Os endereços eu mando por e-mail e você me prepare os pilotos de helicóptero para os endereços deles e que eles estejam lá às sete da manhã. Senão é OLHO DA RUA PRA TODOS!
Eduardo subiu as escadas da mansão triunfante: teria uma festa digna de rei! Depois de anos estudando, finalmente havia conseguido o tão sonhado mestrado. Agora, era hora da farra!


NO DIA SEGUINTE

— Wander, a gente acabou de se casar e você já vai sair daqui e correr pra festa daquele teu amiguinho riquinho e inconsequente?
— Meu amor, será só um fim de semana. Além do mais, ele nada no dinheiro. Já imaginou a quantidade de salgadinhos e outras coisas que eu posso roubar de lá para a nossa mesa? Podemos ficar um mês sem aperto.
— Wander, quando eu aceitei me casar com você, achei que você fosse trabalhar, mas só te vejo jogando videogame O DIA INTEIRO! E agora isso?
— Amor, mas às vezes eu consigo uns trocados consertando os PC´s de uns amigos.
— Mas isso NÃO é o bastante! Comemos miojo TODO DIA! Maldita hora que me casei com um loser como você...
— Ow, amor. Você vai ver; eu vou mudar. Prometo que trarei umas joias lá da casa dele e poderemos vender caro e viver disso por um tempão.
— Ok. Te darei mais um voto de confiança.
— Obrigado...


EDNAEL
— Meu filho, o helicóptero que teu amigo mandou já está ali na rua.
— Ebaaaaa! Porra, a aventura vai ser mais.
— Meu filho, você vai causar uma péssima impressão na casa dele levando essa bolsa cheia de areia.
— Mas eu sou um jinchuuriki, mãe. Eu comando a areia. Sem ela eu não sou ninguém... Você sabe disso.
— Ok, Ed, eu não aguento mais ter essa discussão com você.
— Meu nome é GAARA, caramba! Já cansei de dizer. Não tá vendo meu cabelo vermelho? Affff! Por que ninguém nessa casa me entende?

E a pobre mãe de Ednal começou a rezar para que um dia o filho retomasse a sanidade. Parecia algo impossível...


BRUNO

Bruno Farias sempre fora o mais sério de sua turma na escola e da faculdade. Mesmo nos jantares em família era difícil vê-lo sorrir. Conheceu Eduardo em um seminário sobre administração e se tornaram bons amigos. Iria em sua mansão, mas não estava animado. Pelo contrário, ele tinha um mau pressentimento quanto a isso.
— Amor, está na hora. Tô vendo o helicóptero.
— Vai com Deus, fofuxo.
— Ore por mim; não tenho um bom pressentimento. — olhou para o céu, se benzeu e se preparou para o embarque.


ZEQ e ADIR

Os irmãos Ezequiel e Adir eram melhores amigos, mas ao mesmo tempo brigavam bastante. Já disputaram a mesma mulher a tapas e odiavam perder no videogame. Havia uma rivalidade em tudo o que faziam. Adir era alucinado por Naruto, daqueles que tinham 9 tatuagens pelo corpo; Ezequiel era viciado em Bleach. Discutiam diariamente sobre qual anime era melhor.
— O Edu me chamou primeiro, Zeq, aceite que dói menos.
— Não, o meu e-mail chegou uns 5 segundos antes.
— Mas ele me ligou.
— Ligou nada; quem ligou foi o Lukas, braço direito dele.
— Dá na mesma.


LUÍS

Luís acabara de terminar supino reto. Ainda faltam 3 séries de 10. Ele sabia que o piloto do helicóptero pousaria no terraço de sua casa, mas não podia abrir mão de finalizar a musculação; aquilo era sua vida. Se olhou no espeço da academia e disse:
— Tô ficando grande pra caralho, porra!
De repente, ouviu um barulho alto vindo da cobertura da academia. Todos ficaram afoitos com o barulho. Um dos instrutores subiu e gritou: é um helicóptero! Como pode?
E então Luís se tocou: Eduardo não sabia esperar. O piloto deve ter dito que não havia ninguém em casa e Eduardo contactou alguém descobrir onde o amigo estava. Não foi difícil saber onde alguém que malha duas vezes por dia, sete vezes na semana, estava.
— Eita, Luisão, parece que o piloto tá desesperado pra você ir. Disse que até roupa pra você já tem na aeronave.
— Porra, mas nem terminei meu supino!


MATHEUS

— Sim, Edu, já embarquei. Não se preocupe: logo estarei aí. Acho que a minha casa é a mais próxima do local da festa. Espero que você tenha contratado putas da melhor qualidade mesmo, hein. Peraí, Edu, que meu fone tá tocando. Nos vemos logo mais...
Era a namorada, Fabíola. A terceira que ele tinha em menos de três meses.
— Que é, garota?
— É assim que você me atende, Matheus? Não sou suas negas!
— Ah, garota, vai encher o saco de outro. Eu tô viajando.
— Pra onde, posso saber?
— Pra casa de um amigo. E se quer saber: vai estar cheinho de garotas por lá, com certeza mais legais que você, que não larga do meu pé.
— Ah, é? Então você vai decidir: ou essa viagem ou eu! E agora? Te peguei, né.
— Ahahahahaha! Mas que difícil. É claro que a viagem. Adeus, menina. Vou até mudar o meu número de celular pra você não me encher mais a paciência.



ALGUMAS HORAS SE PASSAM

— Senhor Eduardo, senhor Eduardo, a mansão já está devidamente limpa para o senhor.
— Obrigado, Jarbas. É assim que eu gosto. Papai lhe dá uma ótima recompensa.
Eduardo desceu do helicóptero imensamente feliz. Tudo havia sido preparado conforme ele quisera: mulheres, cerveja, drogas, fliperama jogos de azar. O final de semana seria inesquecível. Saíram na limusine do aeroporto de propriedade de seu pai e foram pela estrada de terra que levaria até a mansão. Disse à namorada que só homens participariam da festa, e ela caiu.
Reparou em algumas vacas mortas pelas terras no caminho, mas deu pouca importância àquilo. Afinal, eram apenas vacas. Acendeu o baseado e relaxou. Logo estaria no paraíso das garotas. Mal pôde cochilar porque acordou com o solavanco do carro. Jarbas desceu horrorizado. Tinha sangue no portão principal da propriedade. O que poderia ter acontecido ali? Correu até o carro.
— Senhor Eduardo.
— Que é, verme?
— Tem muito sangue no portão; parece que alguém tentou forçá-lo de fora pra dentro. E a corrente que tá prendendo ele não é a mesma que tinha na semana passada.
— E do que que me importa se é outra corrente? Abre essa joça logo porque meus amigos vão chegar. Manda o Bonnie ou a Margarida limparem esse portão. Ele tá horroroso! Você é pago pra manter essa mansão em ordem.
— S-sim, meu senhor.
Algo de errado havia acontecido ali nas últimas horas. A mansão, que devia estar impecável, estava um caos. Havia uma trilha de sangue pelo terreno e até outras coisas que eles preferiram não definir o que poderia ser.
— Mas que grande merda, Jarbas. Pode mandar a Margarida e os outros criados passarem no escritório do meu pai e levarem as carteiras assinadas, porque eles estão demitidos!
— Mas senhor, a Margarida trabalha nessa mansão dos Possebon há duas décadas. E ela tem família pra criar.
— DANE-SE! Não quero saber dos problemas de meros serviçais. Vocês não passam de lixo pra mim.
Mal terminou a frase e Eduardo e seu criado ouviram um som muito alto vindo das montanhas, poucos quilômetros da mansão. Parecia uma grande explosão.
— Que caralho foi esse barulho? Quase perfurou os meus tímpanos.
— Não sei, senhor, mas pareceu ter vindo da usina química que tem perto das montanhas. O Bonnie e a Margarida me disseram ontem à noite que ouviram duas grandes explosões. E depois disso, não consegui mais entrar em contato com eles.
— Merda... Esses químicos estão sempre fazendo merda por essas regiões. E meu pai já fez uma oferta para comprar a usina e transformar num parque aquático, mas esses infelizes recusaram uma proposta que vale o triplo dessa porcaria de usina. Bom, Jarbas, vamos lá dentro investigar o que houve.


Não muito longe dali, no aeroporto dos Possebon, dois helicópteros acabavam de aterrissar. Lukas e Matheus foram os primeiros a chegar por ali.
— E aí, Matheus, foi tranquila a viagem?
— Foi, Lukas. Deu uma hora nesse helicóptero. O Wander, que vem de Sergipe, deve ser o último a chegar. Até lá eu já terei comido todas as gurias, hehehe!
Lukas enrubesceu. Não era muito dessas aventuras sexuais. Tinha muita vergonha de chegar nas meninas. Era um bom menino; aquele a quem Eduardo recorreu muito nas provas de álgebra da faculdade.


NA MANSÃO

Tão logo abriram a porta da frente da casa, se depararam com algo que jamais sonhariam em encontrar: o corpo de Margarida, a governanta da mansão. Ela jazia inerte e decapitada; o sangue encharcando a sala. Jarbas quase desmaiou e Eduardo soltou um palavrão. O que diabos estava acontecendo por ali?


CONTINUA...
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Wander

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MensagemAssunto: Re: RESIDENT EVIL - Prólogo   Seg Set 21, 2015 11:17 pm

Ansioso..... bounce bounce bounce
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Eduardo
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MensagemAssunto: Re: RESIDENT EVIL - Prólogo   Seg Set 21, 2015 11:18 pm

[2] bounce bounce bounce

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MensagemAssunto: Re: RESIDENT EVIL - Prólogo   Seg Set 21, 2015 11:36 pm

Também estou esperando o próximo capítulo...
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Eduardo
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MensagemAssunto: Re: RESIDENT EVIL - Prólogo   Ter Set 22, 2015 3:07 pm

Daniel, antes de postar a história, lê o PM no teu facebook faz favor.
Obrigado.

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MensagemAssunto: Re: RESIDENT EVIL - Prólogo   

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